O Índice de Confiança da Construção, medido pela FGV, subiu 3,3 pontos em julho, alcançando 95,7 pontos, o maior nível desde março de 2014 (96,3 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 3,6 pontos, a segunda alta consecutiva.

Reprodução/FGV
“O resultado aponta o crescimento da atividade e uma percepção bastante favorável em relação à evolução da demanda nos próximos meses. Ou seja, volta a prevalecer um cenário levemente otimista. Se no segundo semestre de 2020, a alta dos custos contribuiu para derrubar a confiança, em 2021, esse efeito foi atenuado. Apesar dos desarranjos que os aumentos dos custos têm causado, as empresas esperam que esse aumentos sejam absorvidos em grande parte pela demanda final”, avalia Ana Maria Castelo, coordenadora da pesquisa.
O Índice de Situação Atual se manteve estável, ao variar -0,1 ponto, para 89,4 pontos. O Índice de Expectativas avançou 6,8 pontos, para 102,2 pontos, maior nível desde de janeiro de 2020 (104,2 pontos).
O Nível de Utilização da Capacidade da Construção caiu 3,7 pontos percentuais, para 73,7%.
Custo da Construção
O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 1,24% em julho, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice subira 2,30%. Com este resultado, o índice acumula alta de 10,75% no ano e de 17,35% em 12 meses.






