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Vale (VALE3) fecha acordo para fornecimento de níquel a Tesla (TSLA34)

Vale (VALE3) fecha acordo para fornecimento de níquel a Tesla (TSLA34)

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

06 Mai 2022 às 17:24 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 2 min leitura

Redação EuQueroInvestir

06 Mai 2022 às 17:24 · 2 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

Vale (VALE3): SEC acusa companhia de fraudar informações sobre barragens de Brumadinho

Divulgação

A Vale (VALE3) informou, nesta sexta-feira (6), que assinou um contrato de longo prazo com a montadora de carros elétricos Tesla (TSLA34). A empresa brasileira irá fornecer níquel de baixo carbono,  oriundo de suas operações no Canadá.

O negócio tem como objetivo aumentar a exposição da Vale na indústria de automóveis movidos por eletricidade e garantir um maior compromisso com a sustentabilidade em um setor em grande expansão. Segundo a mineradora, a meta é alcançar o percentual 30% a 40% nas vendas de níquel classe 1. Este metal é essencial para baterias de longo alcance e duração, que são utilizadas nos automóveis da Tesla.

Não foram divulgados dados acerca dos valores e tempo de duração do contrato. O acordo começou a ser sinalizado em março, quando o diretor-presidente da Tesla, Elon Musk, assumiu o controle de produção de sua empresa, após a verticalização da cadeia de logística.

Dividendos e acordo

O anúncio de recompra de ações e a expectativa de um acordo entre Vale e Tesla aqueceu o mercado financeiro. Houve valorização de 6% nos papéis da mineradora durante a semana, o que superou o fraco desempenho da empresa no primeiro trimestre.

Estima-se a recompra de 500 milhões de ações, que representam 10% do capital da Vale. Este cenário garante um maior percentual de lucros para os acionistas.

O acordo entre Elon Musk e Vale pode contribuir na valorização de ações em um contrato de longo prazo. Segundo publicação da Bloomberg, a Tesla buscou uma nova alternativa após impacto relacionado ao conflito na Ucrânia. A montadora importava o metal da Rússia, que detém 17% da capacidade global.

 

 

 

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