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Setor de shoppings centers deixa pandemia para trás e começa a acelerar vendas

Setor de shoppings centers deixa pandemia para trás e começa a acelerar vendas

Osni Alves

Osni Alves

06 Set 2022 às 09:59 · Última atualização: 06 Set 2022 · 4 min leitura

Osni Alves

06 Set 2022 às 09:59 · 4 min leitura
Última atualização: 06 Set 2022

Imagem mostra um shopping center por dentro.

O setor de shoppings centers deixou a pandemia para trás e já começa a acelerar as vendas, segundo Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce).

A notícia traz refrigério ao mercado que olhava para o segmento com alguma desconfiança, visto que os shoppings foram os empreendimentos mais atingidos durante a pandemia de Covid-19.

Isso porque as medidas de combate ao coronavírus determinavam o fechamento de empresas, indústrias e comércios, e restringia a circulação de pessoas em locais públicos.

Com isso, boa parte dos shoppings viu suas operações minguarem e foram obrigadas a se reinventar. Um volume expressivo de empresas, especialmente as ligadas ao setor de alimentação, encontraram no delivery uma saída para se manter de pé.

De acordo com a Abrasce, o setor de shoppings cortou em mais de 70% o ritmo de aberturas de projetos “greenfield” (construídos a partir do zero) desde a recessão de 2015, que encerrou a fase mais robusta de inaugurações do setor até hoje. Só em 2013, foram quase 40 aberturas – neste ano, serão 9, segundo dados da Abrasce, a associação do setor. As informações foram publicadas pelo Valor Econômico.

O periódico elenca, ainda, que as cinco maiores empresas abertas do setor – Multiplan, Iguatemi, BR Malls, Aliansce Sonae e JHSF – somam hoje onze expansões. Mas JHSF e Aliansce concentram 70% desse número, e algumas são ampliações pequenas – a maior, de 38 mil metros quadrados, do Catarina Fashion Outlet (JHSF), equivale a menos de 10% do Pátio Paulista, em São Paulo.

Também destaca que os balanços das companhias mostram que, na Aliansce Sonae, 11 dos 26 shoppings tinham ocupação abaixo da média da empresa no segundo trimestre. Na BR Malls, são quase um terço (dez em 29) e na Multiplan, 6 da lista de 20. Fase de trocas de lojistas para pontos melhores podem elevar o índice. JHSF e Iguatemi não divulgam o índice por empreendimento.

E acrescenta que na lista dos shoppings, há alguns casos de área ociosa entre 20% a 25%.

Além disso, Aliansce e BR Malls vêm se aproximando mais de marcas voltadas ao varejo digital desde a pandemia para trazê-las aos shoppings, na área de moda premium e decoração. Os contatos cresceram neste ano.

Olhando para o curto prazo, frisa, parte da agenda dos grupos, nos próximos trimestres, está em acelerar medidas para consolidar a atual recuperação nas vendas. Hoje, os números estão sendo revisados para cima. A Abrasce está elevando a projeção de expansão de 17,3% nas vendas dos lojistas neste ano para 27,4%. É a segunda revisão no ano – em maio, a taxa já havia subido de 13,8% para os 17,3%.

Imagem mostra um shopping center por dentro.

Os shoppings e os investimentos em FIIS

Quando um investidor opta por um fundo de investimento imobiliário (FII), ele geralmente está em busca da segurança proporcionada pelos imóveis, com garantia física, e da renda passiva vinda dos dividendos mensais.

Para facilitar a escolha dos melhores ativos, a EuQueroInvestir elaborou um Checklist de Análise de FIIs, acessível para qualquer investidor, independentemente de seu nível de conhecimento, e que aponta oportunidades e riscos embutidos em cada papel. “Nossa proposta é que o Checklist indique para o investidor onde há sinal verde para um bom fundo, onde há sinal vermelho de alerta e onde há um sinal amarelo de que é preciso buscar mais embasamento antes de adquirir o fundo”, explica Carolina Borges, analista de FIIs da EQI Research, responsável pela elaboração da planilha.

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