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Quais investimentos podem proteger sua carteira no cenário atual?

Quais investimentos podem proteger sua carteira no cenário atual?

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

12 Abr 2022 às 17:44 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 4 min leitura

Redação EuQueroInvestir

12 Abr 2022 às 17:44 · 4 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

SELIC: Investidor

Divulgação: Pixabay

A Selic registrou percentual de 2% entre os meses de agosto de 2020 e março de 2021, porém a taxa básica de juros do Brasil começou a crescer nos últimos meses: foram nove altas consecutivas em um período de um ano. E o mercado já vê Selic se aproximando dos 13% ou até 14%. Você sabe como proteger sua carteira nesse cenário?

Este cenário desafiador reflete na economia e nos investimentos como um todo. Juros mais baixos empurram o investidor para a renda variável, em busca de retornos maiores.

Já em um cenário de Selic em alta, como o atual, torna a renda fixa uma alternativa viável e mais segura para investidores – afinal, para que correr riscos se você pode ter um retorno de mais de 1% ao mês?

Neste cenário, você sabe quais os investimentos mais indicados?

Selic e pós-fixados

Investimentos pós-fixados significam rentabilidade em um cenário exposto à alta taxa de juros. Títulos que estão associados à Selic e ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI) são boas opções e podem simbolizar uma maior remuneração em aplicações.

Ao apostar nesta modalidade, o investidor terá acesso aos lucros que são previstos.  Vale lembrar que este tipo de investimento acompanha as oscilações do mercado, o que representa uma maior renda com o aumento da taxa de juros, ou seja, Selic.

Podem ser pós-fixados:

Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) são aplicações privadas, o que pode representar um risco de crédito maior para os investidores. Para ter segurança, o investidor precisa analisar o rating que as empresas recebem e também a taxa de rendimentos de CDBs, LCIs e LCAs, ou seja, se elas são superiores a 100% do CDI.

Investimentos e inflação

A alta da Selic contribui para a popularização de títulos que estão atrelados à inflação. O Tesouro IPCA+  garante vencimento a curto prazo, entre dois e três anos.

A remuneração deste título híbrido conta com a variação do Índice dos Preços ao Consumidor (IPCA), indicador que mede a inflação no Brasil. O sinal de adição simboliza o adicional de uma taxa fixa.

Apostar no Tesouro IPCA+ pode ser um caminho para quem deseja ter boas taxas de remuneração, onde o investimento contará com rentabilidade no momento do resgate.  O investidor também pode receber juros semestrais, porém neste caso, o lucro tende a ser menor.

Tesouro prefixado

Com o topo de alta da Selic prestes a acontecer nos próximos meses – o mercado se divide entre maio e junho, os prefixados ganham atenção. Isto porque você fixa a remuneração na Selic de hoje, que está em alta.

O atual cenário brasileiro pode ser motivo de preocupação devido ao baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).  Neste contexto, o Copom busca alternativas para estabilizar  a economia brasileira e é prevista a redução da taxa Selic para o segundo semestre deste ano.  Este panorama não representa grandes entraves para o Tesouro Prefixado e a marcação a mercado pode ser uma alternativa viável.

Tesouro direto e marcação a mercado

A liquidez diária é uma das principais características do Tesouro Direto e este fator está relacionado ao governo, que garante a recompra dos títulos.

Se um determinado investidor optar por um resgate antecipado, ele fica sujeito à marcação a mercado, que calcula o valor do investimento na data presente. Nesta conta estão incluídas as flutuações e variações na taxas de juros.

Estas aplicações recaem sobre títulos pós-fixados, híbridos e prefixados. Vale destacar, que os dois últimos possuem maior volatilidade, devido às variações nas taxas de mercado e aos juros fixos.

Debêntures e fundos de debêntures incentivadas

As debêntures são títulos de dívidas disponibilizados por empresas, sejam estas, públicas ou privadas. Este tipo de renda fixa é uma possibilidade para investidores que querem apostar no mercado financeiro, com altas taxas da Selic.

Na prática, o empreendedor empresta dinheiro para incentivos fiscais de empresas e as companhias se comprometem a devolver o capital que foi aplicado com acréscimo de juros. Este formato oferece alíquota zero sobre o rendimento de pessoa física no Imposto de Renda.

Quer conhecer melhor os investimentos recomendados para proteger sua carteira no cenário atual? Então preencha este formulário que um assessor da EQI Investimentos entrará em contato para apresentar as aplicações disponíveis!

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