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Modalidades de empréstimo: quais são e quando fugir delas

Modalidades de empréstimo: quais são e quando fugir delas

Redação EuQueroInvestir

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10 Out 2021 às 09:59 · Última atualização: 10 Out 2021 · 5 min leitura

Redação EuQueroInvestir

10 Out 2021 às 09:59 · 5 min leitura
Última atualização: 10 Out 2021

Muitas pessoas costumam recorrer a empréstimo para cobrir uma despesa de emergência ou para investir em sonhos mais longos, como a compra da casa própria, por exemplo.

Assim sendo, pegar um empréstimo nem sempre é um mau negócio, no entanto, é preciso ter atenção quanto às modalidades que existem para fazer a melhor escolha.

Seja qual for a situação, a decisão de contrair uma dívida deve ser tomada com cautela, caso contrário, o risco de ter problemas no futuro é grande.

Para saber se o empréstimo é vantajoso e atende suas necessidades, vamos apresentar na sequência quais são as principais modalidades do mercado e quando você deve fugir delas.

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Empréstimo pessoal

O empréstimo pessoal é a modalidade mais simples e, por conta disso, mais conhecida entre a população.

Ele pode ser usado como o consumidor desejar. Então pode ser empregado para aliviar as despesas do dia-a-dia, pagar contas ou organizar a vida financeira.

Qualquer instituição financeira pode oferecer esse tipo de empréstimo, de modo que suas regras, prazos e taxas de juros variam bastante. Para autorizá-lo, a instituição solicita dados como CPF e comprovante de renda. Mas somente após a análise do crédito é que ela decide se libera ou não a quantia solicitada.

É importante lembrar que nesse tipo de empréstimo, quando não há garantias, os juros cobrados são mais altos, já que o risco de inadimplência é maior.

Por outro lado, quando o empréstimo pessoal é com garantia isso significa que o consumidor é obrigado a oferecer um bem como garantia de pagamento. Por conta disso, os juros acabam sendo um pouco menores.

Para ficar mais claro: se ao contratar esse tipo de empréstimo você oferece um carro em garantia, isso significa que, caso você não pague as parcelas, ele será entregue para a instituição que emprestou o dinheiro.

Empréstimo consignado

No empréstimo consignado o desconto das parcelas é feito diretamente na folha de pagamento.

Como neste caso o risco é baixo, já que o pagamento é garantido, os juros cobrados costumam ficar entre os menores do mercado.

Vale destacar que no empréstimo consignado, o valor não pode ultrapassar 30% do salário. Além disso, o interessado deve autorizar o desconto em folha no ato da contratação.

Um ponto negativo dessa modalidade de empréstimo é que nem sempre há a possibilidade de antecipar as parcelas. Isso pode ser um problema quando o consumidor tem a intenção de se livrar rapidamente das dívidas.

Cheque especial

O cheque especial também é considerado uma modalidade de empréstimo, já que ele funciona como um limite de crédito pré-aprovado que fica disponível na sua conta.

Então, quando o saldo bancário fica negativo, o cheque especial é contratado automaticamente.

Mesmo com as recentes alterações nas taxas de juro do cheque especial, fica o alerta de que elas ainda continuam sendo uma das maiores do mercado.

Como os juros variam de acordo com o tempo que se utiliza, muitos acabam enfrentando dificuldades para negociar o débito, visto que ele pode crescer bastante.

Empréstimo rotativo

O empréstimo rotativo está ligado ao uso do cartão de crédito, de modo que ele é contratado automaticamente quando o cliente não faz o pagamento do valor cheio.

Neste caso, quem arca com a diferença é o banco, que cobra juros altíssimos nos meses seguintes.

Antecipações

  • Imposto de Renda

Na antecipação do imposto de renda o interessado pede um empréstimo no valor da sua restituição. Nessa dinâmica, o banco antecipa os recursos e, quando você recebe da Receita, paga de volta ao banco com juros.

Como existe a garantia de que o banco irá receber esse dinheiro, as taxas de juros podem ser mais atrativas do que em outras modalidades.

  • Décimo terceiro salário

A antecipação do décimo terceiro salário funciona de forma semelhante à do Imposto de Renda.

Ou seja, o banco adianta o crédito na conta e, algum tempo depois, fica com o valor correspondente, acrescido de juros.

Vale destacar que, seja qual for a modalidade de empréstimo escolhida, é essencial entender como funciona a política de cobrança de juros antes de assinar o contrato. O cenário ideal mesmo é manter suas finanças pessoais organizadas e com uma boa reserva de emergência, isso livrará você da necessidade de recorrer a empréstimos.

Refinanciamento de imóvel

O refinanciamento de imóvel é um tipo de empréstimo feito quando o consumidor entrega um imóvel quitado em seu nome como garantia de pagamento.

Uma vez que a instituição financeira tem essa segurança, ela oferece juros mais baixos. As desvantagens ficam por conta da burocracia na contratação, necessidade de vistoria no imóvel e, claro, possibilidade de perder um bem de alto valor.

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