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Moody’s: Brasil terá menos perda de produção que México e Argentina

Moody’s: Brasil terá menos perda de produção que México e Argentina

A Moody’s, agência de classificação de risco, declarou nesta terça-feira (25) que os estímulos fiscais ajudaram o Brasil na crise do coronavírus.

A Moody’s, agência de classificação de risco, declarou nesta terça-feira (25) que os estímulos fiscais ajudaram o Brasil na crise do coronavírus.

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Segundo o relatório mais recente da agência, o Brasil teve menos perda de produção do que países como Argentina, México e África do Sul.

Moody’s mantém projeção do PIB

Os especialistas apontaram ainda que o PIB brasileiro deve fechar 2020 com uma retração de 6,2%, seguida de uma alta de 3,6% em 2021.

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Esse índice é o mesmo projetado pela agência de classificação de risco no último relatório sobre a economia brasileira.

A retração de 6,2% deixa o Brasil em situação melhor apenas que a Argentina (-12%), o México (-10%) e a África do Sul (-6,5%).

PIB do G20

De acordo com a agência, o PIB dos países que compõem as maiores economias do mundo (G20) sofrerá uma retração de 1,4% em 2020, com crescimento estimado de 5,9% para 2021.

“Em nossas projeções de linha de base, China, Índia e Indonésia serão as únicas economias emergentes do G-20 a registrar uma recuperação forte o suficiente do PIB real no segundo semestre de 2020 e todo o ano de 2021”.

A virada do cenário será puxada por uma rápida recuperação de bens consumo, mas a reviravolta completa segue ameaçada pelo medo de uma segunda onda da pandemia de coronavírus.

Covid desestabilizou padrões de consumo, segundo a Moody’s

O relatório da agência de classificação de risco também alertou que a pandemia de coronavírus foi responsável pela volatilidade dos preços de petróleo e gás.

Segundo ela, a forte queda nos preços da commodity provocou “disparidades” entre empresas fortes e fracas do setor de energia.

Por conta disso, a análise da agência é que a recuperação dessas companhias também deverá ser desigual.

“Os preços baratos de produtos não irão fomentar a demanda por produtos refinados”, alertou a Moody’s, prevendo que a recuperação do setor deve levar “de dois a três anos” para ser completa.

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