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Eleições: Lula e Flávio continuam em empate técnico em simulação de segundo turno

Eleições: Lula e Flávio continuam em empate técnico em simulação de segundo turno

O atual presidente tem 42% contra 37% do candidato do PL, com uma leve liderança

A nova pesquisa BTG/Nexus para a Presidência da República mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) continuam em empate técnico no primeiro turno a menos de uma semana para as eleições. O atual presidente tem 42% contra 37% do candidato do PL, com uma leve liderança. Porém, na simulação de segundo turno há empate técnico, dentro da margem de erro que é de dois pontos percentuais.

Em seguida, surgem Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 5%; Renan Santos (Missão) surge com 4% e Romeu Zema (Novo), vem a seguir com 1%.

Fonte: BTG/Nexus

Com relação à sondagem anterior, de 21 de setembro, Lula saiu de 40% para 42%, enquanto Flávio manteve os mesmos 37%. Enquanto isso, Cury saiu de 6% para 5%, com Caiado manteve o patamar de 5%.

No cenário espontâneo, Lula aparece com 41%, enquanto o senador do PL surge com 35%. Renan Santos teria 4% e Augusto Cury, 3%.

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Cenário mais apertado no segundo turno

Na projeção de segundo turno, a pesquisa BTG/Nexus mostra que entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário é mais apertado. O petista teria 46% das intenções de voto enquanto o candidato do PL teria 44%, rigorosamente dentro da margem de erro.

O cenário Lula x Caiado tem uma diferença maior. O presidente teria os mesmos 46% enquanto o ex-governador de Goiás receberia 42% dos votos; no cenário Lula x Augusto Cury, a diferença seria de 46% contra 41%, respectivamente.

Já na sondagem entre Lula contra Renan Santos, a diferença seria de 48% para o presidente e 37% para o oponente. Já contra o ex-governador de Minas Gerais, Lula teria 48% contra 39% de Zema.

A pesquisa mostrou também o desempenho do governo Lula. Entre os eleitores que consideram a administração petista péssima é de 45%, enquanto aqueles que consideram bom somam 20%. Já entre os eleitores que consideram o governo ótimo chega a apenas 16%. Consideram regular, total de 19%, ao passo que aqueles que consideram ruim, atinge uma fatia de 8%.

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