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Dólar fecha em queda de 1,75, a R$ 4,74 nesta sexta

Dólar fecha em queda de 1,75, a R$ 4,74 nesta sexta

Redação EuQueroInvestir

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25 Mar 2022 às 20:16 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 2 min leitura

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25 Mar 2022 às 20:16 · 2 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

dólar

Reprodução / Pixabay

O dólar fechou esta sexta-feira (25) em queda de 1,75%, sendo negociado a R$ 4,7473. No acumulado da semana, a moeda norte-americana encerrou a semana com uma retração de 5,41%.

  • Segunda-feira (21): -1,42%, a R$ 4,9445
  • Terça-feira (22): -0,59%, a R$ 4,9152
  • Quarta-feira (23): – 1,43%, a R$ 4,8438.
  • Quinta-Feira (24): – 0,25% a R$ 4,8320
  • Sexta-feira (25): -1,75%, a R$ 4,7473
  • Semana: – 5,41%

Cenário

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 0,95% em março, acima da inflação projetada pelo BTG Pactual (BPAC11), que era de 0,81%. Mesmo com o aumento, a taxa ficou abaixo do índice registrado em fevereiro, que foi de 0,99%. Este é o maior aumento para um mês de março desde o ano de 2015, quando registrou 1,24%.

Ainda sobre inflação, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe), que mede a inflação na cidade de São Paulo, registrou alta de 1,14% na terceira quadrissemana de março e mostrou aceleração da pressão inflacionária em relação à previa anterior, que havia marcado 0,96%.

Os números foram divulgados nesta sexta-feira (25) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, vinculado ao Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP).

No cenário internacional, para a reunião do Fomc de maio, é aguardado um avanço de 0,5 ponto porcentual dos juros, com outro de igual magnitude previsto para junho.

Até o final do ano, os juros americanos devem estar próximos de 2%. Vale lembrar que, semana passada, os EUA promoveram o início do ciclo de alta de juros, que deve perdurar ainda por um bom período, ao passo que o Brasil já se encontra ao final desse ciclo, na expectativa pela Selic final.

O diferencial de juros entre os países mais o avanço no preço das commodities vem atraindo capital estrangeiro para o Brasil.

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