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Confiança do Consumidor dos EUA cai abaixo da projeção

Confiança do Consumidor dos EUA cai abaixo da projeção

Redação EuQueroInvestir

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30 Nov 2021 às 15:46 · Última atualização: 30 Nov 2021 · 2 min leitura

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30 Nov 2021 às 15:46 · 2 min leitura
Última atualização: 30 Nov 2021

EUA: inflação ao produtor (PPI) sobe 0,8% em maio ante abril, em linha com mercado

A Confiança do consumidor dos EUA caiu para 109,5 pontos em novembro. No mês anterior havia registrado 111,6 pontos. A projeção de mercado era de 111 pontos. O Índice da Situação Atual caiu de 145,5 para 142,5 no mês passado. O Índice de Expectativas – baseado nas perspectivas de curto prazo dos consumidores para renda, negócios e condições do mercado de trabalho – caiu de 89,0 para 87,6.

De acordo com o Conference Board, as preocupações com o aumento dos preços – e com a variante Delta – foram os principais responsáveis ​​pelo ligeiro declínio. Enquanto isso, a proporção de consumidores que planejam comprar casas, automóveis e eletrodomésticos importantes nos próximos seis meses diminuiu.

“A confiança do consumidor ficou mais moderada em novembro, após um ganho em outubro”, disse Lynn Franco, Diretora Sênior de Indicadores Econômicos do The Conference Board. “As expectativas sobre as perspectivas de crescimento de curto prazo aumentaram, mas as perspectivas de emprego e renda também diminuíram”, completou.

confiança do consumidor

Confiança do consumidor ainda enfrentará dificuldades

O órgão norte-americano ressaltou que a confiança e os gastos provavelmente enfrentarão ventos contrários. Isto deverá ocorrer com o aumento dos preços e um potencial ressurgimento da covid-19 nos próximos meses. O surgimento da variante ômicron já preocupa o mundo.

Apesar disso, os varejistas esperam uma boa maré no fim do ano. E os níveis ainda sugerem que possa ocorrer uma continuidade da expansão econômica para o ano que vem.

Situação atual

A sondagem também ouviu uma avaliação dos consumidores sobre as condições atuais dos negócios. A pesquisa resultou em uma observação menos favorável em novembro.

Para 17% dos consumidores disseram que as condições de negócios são “boas”, ante 18,3% do mês anterior. Já, 29% disseram que as condições comerciais são “ruins”, contra 25,7%.

A avaliação dos consumidores sobre o mercado de trabalho foi moderadamente mais favorável.

Para 58%, os empregos estão com uma oferta favorável, ante 54,8% da leitura anterior. Por outro lado, 11,1% dos consumidores disseram que os empregos estão mais difíceis, praticamente inalterado em relação aos 11% de outubro.

Projeção para os próximos seis meses

Sobre a expectativa para os próximos seis meses, esta demonstrou um otimismo maior. Para 24,1% dos entrevistados, as condições de negócios devem melhorar, ante 22,7%.

Já para 20,7%, o esperado é que as condições piorem, ante 21,9% do mês passado.

Sobre o mercado de trabalho, 22,1% esperam que surjam mais vagas nos próximos meses. A leitura anterior, era de 24,4%.

No sentido contrário, 18,9% prevêem menos empregos, ligeiramente acima dos 18,7%.

Por fim, sobre as perspectivas financeiras de curto prazo, 17,9% dos consumidores esperam que sua renda aumente, ante 18,4%. Já para 12%, a renda deve diminuir, contra 11,2% do mês anterior.

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