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Captação de ETFs com foco no Ibovespa, Small Caps e Micro Caps cresce 600%

Captação de ETFs com foco no Ibovespa, Small Caps e Micro Caps cresce 600%

Victor Meira

Victor Meira

15 Set 2022 às 17:26 · Última atualização: 15 Set 2022 · 3 min leitura

Victor Meira

15 Set 2022 às 17:26 · 3 min leitura
Última atualização: 15 Set 2022

Bandeira do Brasil

Pixabay

Após um primeiro semestre difícil, com perdas mensais de até 3,5%, o Ibovespa mostrou sinais de recuperação e até deu uma arrancada a partir de julho, cujo mês registrou um ganho de 4,79%. Este ambiente mais otimista provocou um aumento gigantesco, na casa dos 600%, na captação líquida dos cinco ETFs nacionais com mais aportes em agosto. 

Desses fundos, destacam-se aqueles que apostaram na bolsa de valores brasileira (BOVA11 e BBOV11) e nas small caps (SMAL11 e XMAL11) e nas micro caps (TRIG11), empresas  com valor de mercado ainda inferior às demais, normalmente de até R$ 5 bilhões.

O BOVA11, líder de captação em agosto, é o maior e mais popular ETF que acompanha o Ibovespa. Somente no oitavo mês do ano, o fundo registrou uma captação líquida de R$ 967,3 milhões. Patrimônio líquido dele atingiu a marca de R$ 15,02 bilhões, com 118,5 mil cotistas. 

Em seguida, aparece o SMAL11, que teve captação líquida de R$ 517,6 milhões. O ETF apresentou uma alta de 1,18% em comparação a julho. O fundo tem um patrimônio líquido de R$ 2,5 trilhões e 42 mil cotistas.

Fechando o pódio, surge o BBOV11, com captação de R$ 11,9 milhões. Até o mês passado, o fundo detinha R$ 952,2 milhões em patrimônio líquido e 1,6 mil cotistas. 

Na quarta posição, vem o TRIG11, com uma captação líquida de R$ 898,6 mil. Com este resultado, ele alcançou um patrimônio líquido de R$ 62,8 milhões e tem 2 mil cotistas.

Por último, vem o XMAL11, que acompanha as small caps, com uma captação líquida de R$ 11,7 mil. Agora, o fundo conta com um patrimônio líquido de R$ 12,9 milhões e 1,5 mil cotistas. 

Juros alto atrapalha ETF de empresas de tecnologia brasileiras

Tradicionalmente na quinta posição, mas que ficou fora da lista em agosto, a TECB11, ETF com as principais empresas de tecnologia do Brasil, ainda é refém dos juros altos. 

Inclusive, ele sempre apareceu na lista das maiores captações até abril. Contudo, o cenário econômico atual corrobora para evitar o seu investimento, uma vez que elas são companhias de tecnologia e pertencem ao grupo de empresas de crescimento. Logo, elas fazem diversas dívidas para financiar o seu crescimento. 

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Com os juros mais caros, o resultado operacional dessas empresas piora, dado que elas vão pagar mais caro por seus empréstimos. 

Este fato explica o receio dos investidores de aplicarem dinheiro nessas companhias.

Em julho, a TECB11 conseguiu uma captação líquida de R$ 368,3 mil. 

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