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BTG (BPAC11) recomenda compra para Banco do Brasil (BBAS3), com novo preço-alvo de R$ 51

BTG (BPAC11) recomenda compra para Banco do Brasil (BBAS3), com novo preço-alvo de R$ 51

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

20 Mai 2022 às 18:09 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 3 min leitura

Redação EuQueroInvestir

20 Mai 2022 às 18:09 · 3 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

Banco do Brasil; BTG

Divulgação

O BTG Pactual (BPAC11) analisou a atuação do Banco do Brasil (BBAS3) durante o primeiro trimestre, em relatório publicado nesta sexta-feira (20). Segundo a instituição financeira, o banco estatal registrou bons números no período analisado. Desta forma, o BTG manteve a sua recomendação para compra de ações, ao novo preço-alvo de R$ 51.

O Banco do Brasil chegou ao topo do seu guidance líquido e registrou a quantia de R$ 26 bilhões em 2022. O resultado ficou acima das expectativas e estima-se negociações de ações à 4x P/L22 com dividend yield de 10%, o que é considerado barato.

Este cenário favorável está associado a resiliência da empresa, que conseguiu a superação após as crises anteriores. O BTG atualizou a sua postura perante o desempenho do Banco do Brasil e realçou o valuation, que está mais atraente que o de 2015.

Banco do Brasil (BBAS3) em 2015

O banco de investimentos destacou a atuação do BB em 2015, que encontrou uma série de obstáculos relacionados à instabilidade econômica no país. Naquele momento, ele era negociado a 0,45x P/VP contra 0,67x hoje.

“Mas naquela época, o BB havia crescido muito mais do que seus pares privados nos 5 anos  anteriores, apesar da deterioração da economia. O capital principal estava muito abaixo do dos pares privados, e a taxa Selic não só estava mais alta do que está agora, mas com fortes indícios de que poderia subir ainda mais, significando um custo de capital muito mais alto também.” informou trecho do relatório.

O balanço ruim e riscos associados a inadimplência contribuíram para lucros ruins em 2015. Houve queda do ROE em 50% durante os dois anos seguintes

Portfólio mais seguro

O Banco do Brasil não anotou uma grande expansão nos últimos cinco anos, isto é, no comparativo com os seus pares. A estabilidade da instituição está relacionada ao crescimento do capital principal e a expansão de sua carteira de crédito, que conta com um perfil de menor risco: maior foco no agronegócio e redução de crédito ao consumidor sem garantia.

O P/VP era maior em 2015 e o P/L combinado na mesma métrica com o ROE e P/VP, em 2022, está mais barato que há sete anos atrás.  “Se o BB conseguir manter o lucro estável em termos nominais e manter o payout em 40%, em 10 anos você terá de volta todo o valor de mercado em dividendos.”  destacou.

Novos números

O resultado positivo do primeiro trimestre de 2022 contribuiu para o ajuste dos números, onde o BTG aumentou a  estimativa de lucro do Banco do Brasil para 14% em 2022, o que contabiliza o montante de R$ 26 bilhões.

“A ação subiu 27% no acumulado do ano, mas como agora esperamos que os lucros em 2022 sejam maiores do que
esperávamos no final de 2021, é justo dizer que a ação não teve nenhuma reavaliação, apesar de sua grande superação até agora este ano. ” finalizou o BTG.

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