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BTG (BPAC11): Klabin (KLBN3) apresenta números sólidos no 4T21

BTG (BPAC11): Klabin (KLBN3) apresenta números sólidos no 4T21

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

10 Fev 2022 às 21:08 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 2 min leitura

Redação EuQueroInvestir

10 Fev 2022 às 21:08 · 2 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

BTG

Relatório do BTG Pactual (BPAC11) apontou números sólidos para Klabin (KLBN3) no 4T21. De acordo com a instituição financeira, o bom momento da empresa era previsível, e com isso, o BPAC11 mantém a recomendação de compra ao preço-alvo de R$ 39.

O Ebitda que são os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização foi de R$ 1,88 bilhão, o que é 3% acima da estimativa do relatório da instituição financeira. Vale destacar, que o crescimento de 70% ao ano da Klabin está associado a uma boa estratégia comercial e ao preço da celulose.

O BTG ainda citou a estratégia de investimentos da  empresa, o que contribuiu para boas métricas de alavancagem. Desta forma, a Klabin expande a sua produção de volumes e mantém o seu Retorno Sobre Capital Investido (ROICs) elevado.

BTG (BPAC11): destaques operacionais

A celulose, que é a matéria prima utilizada pela Klabin, teve um aumento de 42% ao ano e atingiu o valor de R$ 1.069/t. Segundo o relatório do Banco BTG, este obstáculo está associado a alta inflação no valor dos combustíveis e a compra de madeira de terceiros, e por isto, a Klabin optou em acelerar a produção em Puma II.

Em números operacionais, a companhia conseguiu produzir 82kt de Eukaliner no 4T21 e obteve uma pequena queda de – 5% relacionada a logística de transportes nos embarques de celulose. Segundo o relatório, a receita líquida de US$ 727 por tonelada de matéria prima ficou 6% acima das expectativas.

Expansão de Puma II

A Klabin atingiu a marca de R$ 190 milhões em fluxo de caixa no 4T21, porém o capex de expansão da empresa foi prejudicado pelo alto investimento de US$ 760 milhões em Puma II. Se não houvesse a obra de expansão, a empresa chegaria a um fluxo de R$ 1 bilhão.

A alavancagem continua com tendência de queda, e de acordo com o relatório do BTG Pactual, o valor está em 3,0 x Dívida Líquida/Ebitda.

Vale lembrar, que os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização foram registrados em dólar, o que foi bom para a companhia, já que o Real (BRL) está em depreciação.

Conclusão

A avaliação da Klabin foi prejudicada nos últimos anos devido aos investimentos operacionais e de expansão, porém as obras ainda não refletem no valor das ações que continuam em crescimento. O BTG Pactual reitera o investimento na KLBN3.

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