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Tesouro Direto: inflação eleva número de investidores no programa

Tesouro Direto: inflação eleva número de investidores no programa

Redação EuQueroInvestir

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02 Ago 2021 às 18:43 · Última atualização: 08 Jun 2022 · 2 min leitura

Redação EuQueroInvestir

02 Ago 2021 às 18:43 · 2 min leitura
Última atualização: 08 Jun 2022

Tesouro direto

Mesmo com a pandemia longe de um fim, o cenário econômico no País ganhou contornos diferentes neste ano. O Tesouro Direto, que está esquecido em 2020 com a queda da taxa básica de juros (Selic) para a mínima histórica, retornou aos holofotes. As informações são do jornal Estadão.

Em 2021, o programa de títulos públicos do Governo Federal adicionou 2,3 milhões de investidores a mais do que em 2020, somando de 11,5 milhões de cadastros.

Apenas no primeiro semestre de 2021, o volume de operações com títulos públicos foi de R$ 14,1 bilhões, crescimento de 3,92% em relação ao mesmo período de 2020. Em junho, essas negociações alcançaram a segunda melhor marca da história para o mês e somaram R$ 2,3 bilhões.

O movimento de correção de juros é o principal impulsionador do fluxo de capital para o Tesouro Direto.

A volta dos investidores ao Tesouro Direto fica ainda mais claro no saldo de vendas líquidas. Ou seja, nas compras de títulos menos os resgates realizados.

Na primeira metade deste ano, as emissões superaram as retiradas em R$ 565,4 milhões.

O cenário é bem diferente do que no ano passado, quando o inverso aconteceu e houve retirada líquida de R$ 41,20 milhões no período. Em 2019, o montante dos seis primeiros meses também ficou negativo em R$ 11,5 milhões.

Alta da Selic

Em março de 2021, o Copom passou a elevar a Selic, hoje em 4,25%. A projeção é que a taxa atinja ao fim do ano aos 7%, conforme o Boletim Focus, do Banco Central.

Atualmente, é possível encontrar títulos que pagam 9% ao ano dependendo do dia, então ficou muito mais atrativo investir no Tesouro Direto.

Importante lembrar que o investimento no Tesouro Direto é considerado o mais seguro.

Inflação

A inflação é outro fator de preocupação para os investidores. Isso fez com que o Tesouro IPCA fosse o título preferido dos investidores neste ano.

O Tesouro atrelado à inflação foi o mais negociado em todos os meses do primeiro semestre de 2021.

Dessa forma, ficou claro o movimento de investidores em busca de proteção do patrimônio contra o aumento da inflação. O indicador subiu 8,35% entre junho de 2020 e junho deste ano, maior alta dos últimos cinco anos.

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