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Dólar fecha em alta de 0,01%, a 5,24 nesta sexta-feira

Dólar fecha em alta de 0,01%, a 5,24 nesta sexta-feira

O dólar fechou esta sexta-feira (11) com leve alta de 0,01%, sendo vendido a R$ 5,2424. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,1814 e R$ 5,2464

O dólar fechou esta sexta-feira (11) com leve alta de 0,01%, sendo vendido a R$ 5,2424. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1814 e a máxima de R$ 5,2464. Na semana acumula queda de 1,49%.

  • Segunda-feira (07): -1,26% a R$ 5,2547
  • Terça-feira (08): +0,11% a R$ 5,2606
  • Quarta-feira (09): -0,64% a R$ 5,2269
  • Quinta-feira (10): +0,29% a R$ 5,2418
  • Sexta-feira (11): +0,01 a R$ 5,2424
  • Semana: -1,49%

Cenário

Em dia de agenda esvaziada no Brasil, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central teve alta de 0,33% em dezembro. O IBC-Br é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), e marcou elevação de 1,30% na comparação anual.

De acordo com o BC, a alta no ano e em 12 meses é de 4,5%, e no quarto trimestre, alta de 0,26% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A projeção do mercado era de 0,5%; do BTG Pactual era de alta de 1% em dezembro e 1,70% na comparação anual. Comparativamente, em novembro, a alta foi de 0,60%.

Vale lembrar que, segundo a visão do mercado captada pelo Boletim Focus, o PIB brasileiro deve avançar 4,51% no 4TRI21, 0,30% em 2022 e 1,53% em 2023.

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O BTG Pactual (BPAC11) prevê crescimento de 4,40% para 2021, 0% em 2022 e 2% em 2023.

No cenário internacional, os mercados ainda digerem os dados de inflação dos EUA, no maior nível dos últimos 40 anos.

Os preços ao consumidor (CPI) subiram 0,6% em janeiro, com alta de 7,5% na comparação anual. As projeções apontavam elevação de 0,4% e 7,2%.

Com isso, aumentaram as expectativas para a subida de juros. Agora, alguns analistas já começam a ventilar 0,5 ponto porcentual na reunião de março. E, depois, mais cinco ou sete altas sequenciais.

Ontem, o presidente do Fed de St. Louis, James Bullard, defendeu que o Fed eleve os juros em 1 ponto percentual até 10 de julho. Vale dizer que, até lá, o Fomc terá se reunindo três vezes.