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Inflação: IGP-10 registra variação de 0,10% e mostra desaceleração em maio

Inflação: IGP-10 registra variação de 0,10% e mostra desaceleração em maio

Redação EuQueroInvestir

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17 Mai 2022 às 11:29 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 3 min leitura

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17 Mai 2022 às 11:29 · 3 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

Inflação: IGP-10 desacelera em maio

Agência Brasil

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10), que mede a taxa de inflação de preços e serviços, desacelerou em maio, registrando variação de 0,10%. O resultado está abaixo da projeção do mercado (0,40%), além de ser inferior ao mês anterior: 2,5%. 

Considerando a elevação no ano, o indicador acumula alta de 7,73%. Já no acúmulo de 12 meses, o aumento é de 12,13%. 

As informações foram divulgadas nesta terça-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre). 

Entre os indicadores, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve queda de 0,08% em comparação a abril. No mês passado, o índice anotou taxa de 2,81%.

Enquanto isso, o Índice de Preços ao Consumidor  (IPC) apresentou variação de 1,67% para 0,54%.  Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou de 1,17% para 0,74%. 

Sobre os resultados de maio, André Braz, Coordenador do Índice de Preços, destacou que a “queda verificada entre abril e maio nos preços de grandes commodities agrícolas (de 0,23% para -1,72%) e minerais (de 0,77% para -3,17%) contribuiu para a queda da inflação ao produtor. O recuo dos preços das commodities já influencia a taxa em 12 meses do grupo matérias-primas brutas (-2,77%)”. 

Braz acrescentou ainda que “ao produtor, as taxas de variação dos bens intermediários (de 4,26% para 0,89%) e dos bens finais (de 4,07% para 1,12%) também apresentaram desaceleração, mas a variação acumulada em 12 meses para estes estágios de processamento se mantém em patamar muito elevado, 25,70% e 19,49%, nesta ordem, o que sustenta repasses que chegam gradualmente ao varejo”.

IGP-10: resultados por indicador

O IPA registrou desaceleração nos preços de todas as categorias. Os bens finais alteraram de 4,07% em abril para 1,12% neste mês. Segundo a FGV, a “principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 15,92% para 0,70%”. 

Além disso, a instituição destaca que  “o índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 1,31% em maio. No mês anterior, a taxa foi de 2,34%”. 

No que diz respeito aos bens intermediários, a taxa passou de 4,26% em abril para 0,89% neste mês. 

Enquanto isso, o preço das matérias primas registrou queda em maio, marcando – 2,07%. No mês anterior, o índice foi de 0,36%. 

Já o IPC variou de 1,67% para 0,54%, com cinco das oito classes apresentando recuo: 

  • Habitação: 1,62% para -2,37%; 
  • Transportes: 3,42% para 1,23%; 
  • Alimentação: 1,88% para 1,39%;
  • Vestuário: 1,24% para 1,03%;
  • Comunicação: -0,05% para -0,11%

Por outro lado, as demais categorias marcaram alta em suas variações: 

  • Educação, Leitura e Recreação: 0,95% para 3,19%;
  • Saúde e Cuidados Pessoais: 0,39% para 1,25%;
  • Despesas Diversas: 0,59% para 0,63%

E quanto ao INCC, as taxas também se elevaram nos três grupos que compõem o indicador: 

  • Materiais e Equipamentos: 1,08% para 1,52%;
  • Serviços: 0,69% para 0,86%;
  • Mão de Obra: 1,34% para 0,01%. 

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