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Dólar fecha em baixa de 1,32%, a R$ 4,91 nesta quinta

Dólar fecha em baixa de 1,32%, a R$ 4,91 nesta quinta

O dólar fechou nesta quinta-feira (19) em baixa de 1,32%, a R$ 4,9168. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8809 e a máxima de R$ 4,9574.

O dólar fechou nesta quinta-feira (19) em baixa de 1,32%, a R$ 4,9168. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8809 e a máxima de R$ 4,9574.

  • Segunda-feira (16): -0,12%, a R$ 5,0516
  • Terça-feira (17): -2,15%, a R$ 4,9429
  • Quarta-feira (18): +0,80%, a R$ 4,9826
  • Quinta-feira (19): -1,32%, a R$ 4,9168
  • Semana: -2,79%

Cenário

O Ministério da Economia revisou a projeção da inflação oficial, medida por meio do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), para 7,9% em 2022. A última projeção, que foi feita em março, era de 6,55%. Os dados foram divulgados, na tarde desta quinta-feira (19), durante o Boletim Macroeconômico organizado pela Secretaria de Política Econômica.

A estimativa sobre a inflação em 2023 também ficou maior, cuja taxa está em 3,6% ante os 3,25% em março.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel no país, registrou 0,39% na segunda prévia do mês de maio, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (19) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

No mês anterior, o IGP-M registrou 1,85% na leitura do mesmo período e 1,41% no encerramento dele.

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Com peso de 60% no IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) ficou em 0,38% na segunda medição do mês. Em abril, o índice havia sido de 1,95% na mesma prévia de abril.

Nos Estados Unidos, a atividade industrial na Filadélfia, um dos principais estados dos EUA, teve expansão em menor escala neste mês, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Fed local. O índice de atividade foi de 2,6, que ainda registra crescimento, já que está acima de zero, mas teve queda de 15 pontos e relação ao levantamento anterior, de abril, quando foi de 17,6%.

Ainda nos EUA, o país registrou 218 mil pedidos iniciais por seguro-desemprego na segunda semana de maio, segundo os dados publicados hoje (19) pelo Departamento do Trabalho americano.

Este resultado está acima da projeção dos especialistas (200 mil) e representa um salto de 21 mil solicitações em comparação à primeira semana do mês (197 mil – revisado de 203 mil).

Por fim, o Banco Central Europeu (BCE) está preocupado com a alta da inflação no continente, mas ainda não há garantia de aumento da taxa básica de juros na próxima reunião, em junho. Revelada nesta quinta-feira (19), a ata da reunião de abril não faz compromissos textuais com a política contracionista.