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BTG (BPAC11) recomenda compra para Positivo (POSI3) e cita resiliência

BTG (BPAC11) recomenda compra para Positivo (POSI3) e cita resiliência

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

23 Mar 2022 às 23:46 · Última atualização: 24 Jun 2022 · 3 min leitura

Redação EuQueroInvestir

23 Mar 2022 às 23:46 · 3 min leitura
Última atualização: 24 Jun 2022

BTG: funcionários na fábrica da Positivo (POSI3)

Divulgação

O BTG Pactual (BPAC11) avaliou o desempenho da Positivo (POSI3) no quarto trimestre de 2021. Segundo o banco de investimentos, a companhia registrou crescimento resiliente em sua receita no período,  e desta forma, o BTG mantém a sua recomendação de compra ao preço-alvo de R$ 15.

A empresa que atua no setor de tecnologia conseguiu expandir os seus lucros e este cenário sólido foi impulsionado pelo aumento de 150% ao ano na unidade de instituições públicas.

A Positivo ainda anotou crescimento de 35% na divisão de consumer e queda de 0,6%  na unidade de negócios corporativos. Sobre as vendas, a companhia contabilizou o percentual de 67%.

“As vendas de PCs cresceram 30% a/a para R$ 809 milhões, com vendas de notebooks crescendo 36% a/a e desktops +10% a/a. Vendas de tablets e celulares totalizaram R$ 170 milhões (+18% a/a), enquanto servidores e IoT tiveram desempenho ruim, com vendas caindo para R$ 42 milhões (-75% a/a) e R$ 10 milhões (-44% a/a)”, informou trecho do relatório.

A Positivo também registrou aumento da receita líquida de 21% ao ano para R$ 1 bilhão, 3% acima do cálculo do BTG. Segundo a companhia há previsão de guidance entre R$ 5-6 bilhões para este ano com base em:

  • Aumento de R$ 2 bilhões em licitações de Instituições Públicas;
  • Expansão e soluções de pagamentos em Hadware as a Service (HaaS);
  • Amplo crescimento da nova marca Infinix e expansão na unidade de serviços.

BTG (BPAC11): queda na margem bruta

A empresa anotou lucro bruto de R$ 210 milhões e a sua margem bruta contabilizou o percentual de 19,6%, o que significa redução de 370bps ao ano, devido a uma margem menor em sua divisão de varejos.

A Positivo também somou R$ 154 milhões em despesas de vendas gerais e administrativas, o que representou 14,4% da receita líquida contra 16,1% no quarto trimestre de 2020, vale destacar, que a empresa sofreu impactos relacionados à inflação que foram compensados na alavancagem operacional.

“Como resultado, o EBITDA ajustado (ex-efeito de hedge) foi de R$ 92 milhões (10% acima de nossa expectativa e vs. R$ 95 milhões no 4T20), com uma margem EBITDA ajustada de 8,6% (-210bps a/a). Assim, o lucro líquido ajustado foi de R$ 42 milhões (vs. R$ 11 milhões no 4T20 e nossa estimativa de R$ 36 milhões)”, destacou o BTG.

Por fim, a companhia encerrou o quarto trimestre de 2021 com uma dívida líquida/Ebitda ajustada em 1,6x.

Novas fontes de receitas

O ambiente macroeconômico pior e as oscilações na taxa do câmbio podem ser possíveis entraves para a Positivo, que busca expandir a sua atuação no segmento. O BTG manteve uma visão otimista e destacou:

  • a liderança no setor de computadores e celulares;
  • a grande influência em contratos com governo e instituições públicas;
  • os projetos adicionais que diversificam as suas fontes de receitas.

BTG: Tabela da Positivo (POSI3)

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